Uma corretora fascinada por moda, design e artesanato ou simplesmente uma ariana ...
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Existe uma palavra que nos conforta mais do que deveria: depois.
Depois eu resolvo. Depois eu organizo minha vida. Depois eu penso nisso. Depois eu faço um seguro.
O "depois" se tornou um lugar onde guardamos todas as decisões importantes. E, curiosamente, ele nunca cobra aluguel. Vai acumulando sonhos, planos, responsabilidades e promessas que insistimos em adiar.
O problema é que a vida não conhece essa palavra.
Ela não espera o fim do mês, a promoção no trabalho, os filhos crescerem ou o momento perfeito. Ela simplesmente acontece.
Todos os dias administramos pequenos riscos sem perceber. Colocamos o cinto de segurança antes de ligar o carro. Trancamos a porta antes de sair de casa. Fazemos exames preventivos para cuidar da saúde.
Então por que tantas pessoas deixam para depois a decisão de proteger aquilo que construíram durante uma vida inteira?
Talvez porque falar sobre proteção nos faça lembrar da nossa fragilidade. Mas proteger não é esperar o pior. É ter maturidade para reconhecer que nem tudo está sob o nosso controle.
Planejar é um ato de responsabilidade.
É escolher que, aconteça o que acontecer, quem você ama não ficará desamparado. É entender que patrimônio não é apenas dinheiro. São sonhos, conquistas, tranquilidade e a dignidade de quem fica.
O maior risco da vida não é morrer.
O maior risco é viver acreditando que sempre haverá mais tempo para decidir.
Porque o arrependimento nunca chega antes. Ele sempre bate à porta quando já não existe mais a oportunidade de voltar atrás.
A vida recompensa quem age antes da urgência.
E talvez a decisão mais importante não seja contratar um seguro.
Seja decidir assumir o controle da própria história, deixando de confiar na sorte e passando a confiar nas escolhas que você faz hoje.
Afinal, o momento certo quase nunca aparece. Ele nasce no instante em que você decide não adiar mais.
Vale uma reflexão?
Cindy Ferreira de Vasconcelos
@cindy_personalbroker